terça-feira, 2 de novembro de 2010

Não tentarei explicar para você o que já é obvio. Não direi novamente aquelas palavras que até para mim causaram sofrimento.
Desculpe.
Desculpe por não poder retribuir. Desculpe por não poder viver o que eu e você gostaríamos.
Assim, continuaremos, distantes. Viverei pelas nossas lembranças, boas lembranças como aquela manhã, deitadas, em cima daquelas folhas secas, era frio e você me abraçava, embaixo daquela arvore você me beijava. O Vento era frio e arrepiava minha pele. Você sorria. Mal sabíamos que iríamos chegar até aqui. Impossibilitadas. Por tudo.. sociedade, amigos, consciência.
Consciência de que eu e você, não dá.
Se bem que por um lado quanto mais cedo acabasse, melhor seria. Menos sofrimento e momentos ruins e por si menos constrangedores. Assim, momentos bons e agradáveis transbordará minha mente e inevitavelmente um belo sorriso e doce se formará em meus lábios, aqueles que não pelo seu jeito mais sim pela maneira que eles tocavam os teus, fez você se apaixonar.

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