Você foi embora e levou toda a minha felicidade, toda a minha vontade de sorrir.
Você roubou de mim o que eu definia como necessário. E agora? O que eu devo fazer?
Basta! Do que me adianta saber o que eu devo fazer se na verdade eu não quero fazer?
Se na verdade eu quero você.
Um dia eu irei acordar e me dá conta que você realmente se foi e que não há nada que eu possa fazer para mudar a cruel realidade. A cruel realidade que me faz perceber que não há mais sonhos e muito menos planos a serem postos em prática e a ansiedade de que certos momentos cheguem não podem mais existir pois simplesmente não acontecerão. O tempo, ele é o mestre e a razão de tudo, cabe a mim esperar que ele faça todo o seu trabalho, mas enquanto isso não acontece continuo e querer acreditar no que já não existe mais.
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