Quem sou eu
terça-feira, 16 de abril de 2013
Ela se faz em lembranças ruins e ai vem uma coragem subita de me mandar embora do seu quarto, da sua casa, da sua familia e da sua vida. E ainda assim, alguma coisa que não tem uma explicação lógica na minha mente confusa sussurra junto aquela minha vontade de sempre ficar - fica. Por mais incrivel que pareca o meu corpo toma conta por sí só e diz pra mente e coração que até ele está cansado, que até ele está exausto de sentir mãos empurrando-o, de sentir-se especial quando a pele dela entra em contato com a minha e aí num piscar de olhos, vê-se obrigado a ir embora como se uma noite inteira de carinho, uma noite inteira de amor e paz nunca estivessem passado de minha imaginação. Já cansado ele vai embora, exausto, em prantos quando uma mão agarra-o e aquela boca - ahh, aquela boca, se aproxima junto com aquele hálito quente que é capaz de derrubar qualquer muro de berlim com uma facilidade incrivel, imagina então, se não derrubaria um corpo que ainda a pertence. E como se já não bastasse uma puta dor no coração, ela vem cheia de beijos, cheia de malícias, me deixando no chão ou melhor - de quatro. Deixando assim ela fazer o que quer e bem entende e aí me dá uma foda incrivel, fazendo meu corpo soar como nunca antes, deixando meu corpo assim, exausto, mas dessa vez de puro tesão. E como se não fosse o suficiente, esse vai e vem, esse vai e volta, fica - não fica , faz aparece aquela bosta de esperança que sempre, digo - sempre, vai existir.
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