quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Seu corpo magro e belo, pernas e dedos finos e longos, seios arrendondados, cabelos lisos por natureza, rostinho pequeno e com poucas expressões. Posso descrever cada milimetro de seu corpo, do dedão do pé até sua pintinha no rosto. Quando está feliz e gargalhando, tem a mania de colocar as mãos no rosto e afoga-lo entre os braços, quando está pensativa ou preocupada não encara, quando está com o coração palpitando de amor beija com tanta vontade que suas mãos necessitam apertar, quando está nervosa e impaciente tem a mania de mexer o pé, sem contar com seu tic de piscar os olhos. Dormindo parece um anjo, seu rosto.. oh Deus! Que belo rosto ela tem, sua boca pequena que encaixa perfeitamente na minha, sua língua que enrosca na minha, seu corpo deitando sobre o meu. Fazendo amor ela tem as feições mais lindas que já vi, toda sua delicadeza me faz tremer, tão pequena, tão minha, tão apaixonante..

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Eu quero meu romantismo de volta

De todas as pessoas que já me envolvi, de todos os amores que já vivi, eu tenho vivido o meu amor mais bonito. É uma pena eu não ter me lembrado de registrar aqui cada explosão de sentimento que se minha memória não me abandonar, recordo que foram várias ao decorrer dessa minha, tua, nossa história. Sabe o que mais adoro em você? É esse teu corpo magro que vai deixando aquele padrão 'reto' com curvas delicadamente desenhadas, tua forma de ao mesmo tempo que é vaidosa tem um toque de desleixo no modo de se vestir que fica uma combinação perfeita, para mim. Não torturo minha consciência procurando imaginar por onde tu esteve por todo esse tempo, com quem estavas, quem amavas, aprendi a não me importar, tenho a graça de te ter hoje lapidada, madura e tendo as mesmas preocupações, objetivos e necessidade de ser feliz, apenas.
Tenho comigo uma certa agonia que domina meu pensamento que entala na garganta e não deixa descer até meus dedos que se movem lentamente na expectativa de escrever milhares de belas linhas. Anos atrás os meus dedos mal podiam acompanhar a velocidade que as palavras iam escorrendo por meus dedos, será então que estou experimentando - finalmente, o momento que começo a crescer e a falta de tempo com a responsabilidade de estar sempre presente com meus compromissos não me deixam espaço para ter um tempo comigo mesma e libertar-me?